O Brasil enfrenta um aumento preocupante em relação as internações por tentativas de suicídio. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) revelam que em 2023, foram registradas mais de 11 mil internações relacionadas a autolesões intencionais, uma média de 31 casos por dia. Este aumento de 25% em relação aos números de 2014 alerta para a necessidade urgente de novas abordagens no cuidado à saúde mental.
Profissionais da saúde, especialmente os que atuam em emergências, são frequentemente os primeiros a atender pacientes nessas situações de crise. A Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede) ressalta a importância de capacitar esses profissionais para um atendimento ágil e humanizado, buscando não apenas tratar as lesões físicas, mas também acolher emocionalmente quem enfrenta momentos de extrema vulnerabilidade.
As tentativas de suicídio são marcadas por múltiplos fatores, incluindo transtornos mentais como depressão e ansiedade. Nesse contexto, a hipnose clínica stambém é uma alternativa eficaz para o tratamento de condições psicológicas que podem levar ao suicídio. Por meio de técnicas que acessam o inconsciente, a hipnose permite a ressignificação de traumas, aliviando sintomas e promovendo mudanças profundas no comportamento e na percepção do paciente sobre si mesmo.
Regiões brasileiras como Alagoas e Paraíba registraram os maiores aumentos percentuais de internações, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais ampla e acessível. Estados do Sul, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, também enfrentam uma tendência preocupante. Com esse cenário, ampliar o acesso a terapias complementares, como a hipnose, pode ser uma estratégia crucial para prevenir novas tentativas de suicídio.
Além de sua eficácia no alívio de sintomas da depressão, a técnica se destaca por promover a reconexão com emoções positivas e o fortalecimento da autoestima. Estudos indicam que quando a hipinose é aliada ao suporte psicológico, pode ser uma ferramenta poderosa na recuperação de pacientes, reduzindo significativamente os riscos de novos episódios de autolesão e suicídio.
Em meio à campanha Setembro Amarelo, que incentiva o pedido de ajuda e o diálogo sobre saúde mental, é fundamental quebrar o tabu que envolve tratamentos alternativos como a hipnose. Oferecer opções de cuidado que vão além do modelo tradicional pode salvar vidas e proporcionar um suporte mais abrangente para quem sofre em silêncio.
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