Um recente estudo publicado no Journal of Eating Disorders revela que os transtornos alimentares estão diretamente ligados a complicações sérias no coração, impactando de maneiras distintas dependendo do tipo de distúrbio. De acordo com a pesquisa, pessoas com anorexia, por exemplo, apresentam o segundo maior risco de mortalidade entre todas as condições psiquiátricas conhecidas.
A bulimia, por sua vez, traz problemas adicionais como desequilíbrios eletrolíticos decorrentes do vômito excessivo e do uso de laxantes, elevando a probabilidade de ritmos cardíacos irregulares.
Pessoas com anorexia nervosa são especialmente vulneráveis a anomalias cardíacas estruturais e funcionais, incluindo alterações no ritmo e na frequência cardíaca, bem como problemas vasculares periféricos.
Os transtornos alimentares podem afetar pessoas de todas as idades e gêneros, mas são mais comuns entre adolescentes do sexo feminino e mulheres jovens na faixa dos 20 anos. Especialistas alertam que os pais devem estar atentos aos sinais de obsessão com peso e alimentação entre seus filhos.
Recuperar uma pessoa com um transtorno alimentar para um peso saudável pode reverter algumas das alterações estruturais no coração causadas pela desnutrição, porém isso deve ser feito com cuidado sob supervisão médica constante.
Hipnose clínica pode ajudar?
A hipnose clínica tem se mostrado eficaz no suporte ao tratamento convencional, ajudando pacientes a lidar com questões subjacentes que contribuem para esses distúrbios. É importante consultar um profissional qualificado para saber mais sobre como a hipnose pode ser integrada ao tratamento.
“Os transtornos alimentares são complexos e impactam não apenas a saúde mental, mas também têm consequências significativas para o corpo inteiro. É crucial abordar essas questões de forma holística, considerando o bem-estar físico e emocional dos pacientes”, destacou a Dra. Marcella Garcez, nutróloga especializada.
Por isso é importante estar informado e consciente sobre os riscos associados aos transtornos alimentares. Aprender a reconhecer os sinais precoces e buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença na prevenção e tratamento desses graves problemas de saúde.
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